Aurelio Matos, Advogado

Aurelio Matos

(1)Euclides da Cunha (BA)

Sobre mim

Advogado. Bacharel em Direito pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - AGES, Ex-estagiário da Justiça Federal de Sergipe 2012/2013.

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É um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dos consumidor...

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É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

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Harlen de Oliveira Magno, Estudante de Direito
Harlen de Oliveira Magno
Comentário · há 11 anos
Poucas vezes vi tantas falácias em um único texto. Em um primeiro momento poderia até pensar que são fruto de desconhecimento do tema por parte do autor. Mas ao constatar que é acadêmico, e da FGV, tendo a pensar que são mais fruto de desonestidade intelectual e má-fé mesmo. Primeiro, ao considerar desarrazoada a cobrança de taxa de inscrição em concursos, o autor poderia dar o exemplo, exigindo que a FGV, onde atua, e que organiza inúmeros concursos públicos, passasse a fazê-lo de graça, ao invés de cobrar a fortuna que cobra. Segundo, e falo por experiência própria, pois sou Servidor do TJSP, Oficial de Justiça, com vários elogios em prontuário, o concurso nos moldes atuais é o meio mais democrático e igualitário de acesso ao serviço público. Não é que não necessite de ajustes e melhorias, mas propor "experiência prévia" como meio de acesso só pode ser coisa de quem não tem a menor intimidade com a realidade do serviço público. O autor poderia explicar onde eu poderia ter adquirido experiência prévia para o cargo de Oficial de Justiça. Ou qual carreira da iniciativa privada daria a experiência necessária a um policial. Me parece na verdade que o autor, seguindo a filosofia neo-liberal, exclusionista e elitista da instituição a que serve, defende um modelo que manterá excluída a fatia mais pobre da população, que não tem acesso senão a subempregos na iniciativa privada, e que portanto jamais terá acesso à tal "experiência prévia" requerida para cargos como Magistratura e outros de mais alto escalão...
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Eudes Cruz
Eudes Cruz
Comentário · há 11 anos
Boa entrevista, permite o debate. No entanto, não concordo com a maioria das ideias apresentadas. Fiz exame de massa, não fiz cursinhos preparatórios e trabalhava enquanto estudava. Aprecio o fato de que eu tive a oportunidade de provar o quanto eu desejava, e precisava, passar em um concurso. Passei em vários, pude optar.

Qualquer tipo de processo seletivo tem suas vantagens e desvantagens, mas analisando o histórico do Brasil no que se refere ao apadrinhamento de funcionários públicos, e a existência de "coronéis" que permitiam a um funcionário dar-se ao luxo de nem comparecer ao local de trabalho, acho que o modo atual ainda é o mais adequado. França é França. Alemanha é Alemanha. Japão é Japão. Aqui, na nossa cultura, ainda acho o modo atual o melhor.

Embora não concorde com as ideias, se fosse assim desde alguns anos atrás, teria sido muito bom para mim, pois tinha mais do que apenas cinco anos de experiência no atendimento ao público e também como vendedor. Isso me beneficiou no exercício de minhas atividades? Sim. Mas não acho que deveriam ser um fator preponderante numa seleção.

O modo atual permite provas objetivas, discursivas e variações, tais como a exigência, em alguns editais, de experiência. Acontece que, em alguns cargos, embora amplo o edital seletivo, sem muitas restrições, ainda há dificuldade de preenchimento do quadro. Refiro-me a algumas localidades. Nos grandes centros, não tem sido problema. Mas mesmo cargos bem remunerados em localidades distantes às vezes não são suficientemente ocupados devido às dificuldades e limitações, quer geográficas, quer outras.

Resumindo, não é algo simples. Não é apenas questão de remuneração. Nem é apenas questão de vocação ou experiência. Por isso tudo, acho que o modelo atual ainda é o ideal aqui no Brasil, um país amplo geograficamente e com tantas diversidades e desigualdades.
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